19/02/2026 às 16:40

O que não se usa mais em 2026: adeus às tendências ultrapassadas na arquitetura e decoração

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2min de leitura

Por Maristela Bassani — arquiteta urbanista e designer de interiores em Fazenda Rio Grande

A arquitetura e o design de interiores entram em 2026 com um movimento claro: menos excesso, mais sentido.

Depois de anos marcados por modismos acelerados, ambientes “instagramáveis” e escolhas pouco duráveis, o morar contemporâneo amadureceu. Hoje, luxo é silêncio visual. É conforto. É permanência.

Em cidades em crescimento como Fazenda Rio Grande, onde famílias constroem, reformam e consolidam seus lares, essa virada de chave é ainda mais importante. Não se trata apenas de estética, mas de fazer escolhas conscientes, duráveis e alinhadas com a rotina real.

A seguir, listo o que definitivamente ficou para trás — e por quê.

❌ 1. Ambientes genéricos, sem identidade

Em 2026, não há mais espaço para casas que parecem catálogos prontos.

A repetição de fórmulas — mesma paleta, mesmos móveis, mesma composição — perdeu força.

O novo morar valoriza:

  • identidade da família
  • histórias pessoais
  • escolhas que fazem sentido para quem vive ali

Projetos assinados passam a ser desejados não pelo impacto visual imediato, mas pela coerência e verdade.

❌ 2. Excesso de informação visual

Paredes carregadas, muitos objetos decorativos, mistura excessiva de estilos e cores saturadas ficaram no passado.

O que não se usa mais:

  • ambientes poluídos visualmente
  • decoração sem respiro
  • excesso de quadros, nichos e objetos sem função

Em 2026, os ambientes respiram.

Menos elementos, mais presença.

❌ 3. Materiais frágeis e pouco duráveis

O consumidor amadureceu.

Materiais que mancham fácil, descascam, riscam ou envelhecem mal perderam espaço.

Sai de cena:

  • laminados de baixa resistência
  • revestimentos apenas “bonitos”
  • móveis sem estrutura adequada

Entra em cena:

  • materiais duráveis
  • acabamentos atemporais
  • escolhas que envelhecem bem

O custo-benefício passou a ser tão importante quanto a estética.

❌ 4. Iluminação fria e mal planejada

A luz branca excessiva, comum em projetos antigos, já não conversa com o morar contemporâneo.

Em 2026, não se usa mais:

  • iluminação única no teto
  • luz fria em áreas de convivência
  • ambientes “chapados” de luz

O novo luxo é a iluminação quente, setorizada e acolhedora, que cria atmosfera e bem-estar.

❌ 5. Layouts que não acompanham a rotina

Plantas bonitas, mas pouco funcionais, ficaram para trás.

Ambientes que não conversam com a vida real da família geram frustração.

Hoje não se aceita mais:

  • cozinhas sem fluxo
  • salas sem conforto
  • quartos sem organização
  • falta de espaço de armazenamento

O projeto precisa resolver a rotina — não apenas impressionar.

❌ 6. Comprar sem planejar

Um dos maiores erros do passado: comprar móveis e acabamentos antes do projeto.

Em 2026, essa prática perde totalmente o sentido.

A ordem agora é:

  1. planejar
  2. projetar
  3. escolher
  4. comprar

Planejamento virou sinônimo de economia, assertividade e tranquilidade.

🌿 O que entra no lugar em 2026

Se algo sai, algo melhor ocupa o espaço.

As grandes apostas do ano são:

  • ambientes organizados
  • estética atemporal
  • paleta neutra e sensorial
  • materiais honestos
  • funcionalidade silenciosa
  • casas que acolhem e não cansam

A casa volta a ser refúgio, não vitrine.

Eu sou Maristela Bassani, arquiteta urbanista e designer de interiores, e atendo em Fazenda Rio Grande ajudando famílias a planejar ampliações seguras, bem pensadas e valorizadas.

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www.maristelabassani.com.br

19 Fev 2026

O que não se usa mais em 2026: adeus às tendências ultrapassadas na arquitetura e decoração

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