Por Maristela Bassani, arquiteta urbanista e designer de interiores em Fazenda Rio Grande
O mercado imobiliário brasileiro inicia 2026 em um dos ciclos mais promissores dos últimos anos. Depois de um período de juros elevados, crédito restrito e insegurança econômica, o cenário começa a mudar de forma estrutural.
E quem entende de arquitetura, planejamento urbano e mercado imobiliário sabe:
os próximos dois a três anos vão definir quem constrói patrimônio e quem perde oportunidades.
O que está impulsionando esse novo ciclo
Três forças estão atuando ao mesmo tempo:
1. Fortalecimento do Minha Casa Minha Vida
O programa voltou a ser o principal motor da habitação no Brasil.
Com novas faixas de renda, maior volume de subsídios e ampliação do uso do FGTS, milhões de famílias voltaram a ter acesso ao financiamento.
Isso gera:
- mais compradores
- mais obras
- mais loteamentos
- mais valorização urbana
2. Crédito mais acessível
Com a expectativa de queda da taxa Selic, os financiamentos ficam:
- mais fáceis de aprovar
- com parcelas menores
- com prazos mais longos
Isso reduz desistências e acelera vendas.
3. Produção concentrada em imóveis de menor valor
O mercado está focado em:
- casas térreas
- sobrados compactos
- empreendimentos populares
- bairros planejados
Esse é exatamente o tipo de imóvel que mais cresce em cidades como Fazenda Rio Grande.
Por que cidades como Fazenda Rio Grande entram em aceleração
Quando o crédito se expande, os grandes centros ficam mais caros.
A demanda então migra para cidades bem localizadas, com infraestrutura, terrenos acessíveis e boa conexão com Curitiba.
Fazenda Rio Grande hoje reúne:
- novos loteamentos
- condomínios fechados
- expansão de comércio e serviços
- valorização constante do m²
Estamos em um ponto clássico de virada urbana.
O papel do arquiteto neste novo ciclo
Em um mercado aquecido, quem constrói sem projeto perde dinheiro.
Quando a velocidade aumenta, os erros também aumentam:
- casas fora da legislação
- terrenos mal aproveitados
- imóveis que não valorizam
- projetos que não passam na prefeitura
- obras que não podem ser financiadas
O arquiteto deixa de ser custo e passa a ser proteção financeira.
Um bom projeto garante:
- aprovação legal
- melhor aproveitamento do lote
- mais área construída
- mais valor de revenda
- mais liquidez
O que muda para quem quer comprar ou construir em 2026
2026 marca o início de um novo ciclo imobiliário.
E todo ciclo tem uma regra clara:
- Quem entra no começo compra barato.
- Quem entra depois paga mais.
Terrenos, casas, imóveis em bairros novos e projetos bem posicionados tendem a se valorizar fortemente nos próximos anos.
Mas isso só acontece quando:
- o imóvel está regular
- o projeto está correto
- a implantação respeita o zoneamento
- a casa atende às novas demandas de morar
Você quer aproveitar esse ciclo ou apenas observar?
Sou Maristela Bassani, arquiteta urbanista e designer de interiores em Fazenda Rio Grande, e minha equipe atua justamente onde esse crescimento está acontecendo.
Trabalhamos com:
- projetos arquitetônicos
- estudos de viabilidade de terreno
- casas térreas e sobrados
- regularização e aprovação na prefeitura
- design de interiores voltado à valorização do imóvel
📲 Fale comigo no WhatsApp:
🌐 Site: https://www.maristelabassani.com.br
Se você pretende comprar, construir ou investir nos próximos anos, este é o momento de planejar.
Porque no próximo ciclo de alta, quem decidiu antes constrói melhor, mais barato e com muito mais retorno.